A Cida viaja e vou perdendo coisas no caminho; chaves, guarda-chuva, sanidade, amizade, texto, marca, saúde, tempo da piada, tempero, alguém para reclamar, sono... E ganho outras; Dotes culinários (maus dotes), rugas, piadas de mau gosto, dois travesseiros a mais, latas, canudos, saudades, ciúmes, melancolia, solidão, silêncio, incoerência, desorganização...
Volta pretinha, pois entre ganhos e perdas fico com os dois: Tudo habita você! (E não há mérito nisso!). Só perco o fundamental e ganho o que me faz, mas não faz falta!!!!. Vale o quanto pesa e você vale todas as minhas gerações, desde o cangaço a Portugal-Espanha, passando pelos Xavantes, Tupinambás, Yanomamis, pesará nas próximas e nos onera tanto quanto a seda mais rara, macia, branda e delicada.
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